Rita Redshoes: «Tocar ao vivo com cordas era um sonho antigo»

Daniela Azevedo e Rita Redshoes na Alma do Vinho 2019

Dos Atomic Bees à banda de David Fonseca, do álbum de estreia a solo “Golden Era” (2008) ao mais recente “Her” (2016) – com “Lights & Darks” (2010) e “Life Is a Second of Love” (2014) pelo meio.

Diversas colaborações com músicos portugueses como GNR, Noiserv, Happy Mess, Fernando Tordo ou Paulo Furtado (The Legendary Tigerman), participações em bandas sonoras (“Estrada de Palha”, “O Facínora” e “Ornamento e Crime”), um punhado de singles e a recente maternidade.

Ao conversar comigo após o concerto no festival Alma do Vinho, em Alenquer, a cantautora Rita Redshoes revelou estar a preparar um álbum novo (a editar em 2020), estar muito feliz com a maternidade (foi mãe de uma menina há sensivelmente um ano; “uma fofa”, diz-nos) e não se recordar do vinho preferido. “Podemos ligar ao meu pai ou ao meu namorado que eles sabem”, confessou a artista.

No início de outubro haverá novidades relativamente ao álbum de 2020 de Redshoes.

‘Migraine (What Can’t You See?)’, tema lançado na quinta-feira, Dia Europeu da Enxaqueca, foi outro dos pontos da entrevista.

Imagem: Filipe Pedro

Daniela Azevedo

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